Vereadores discutem violência em Ananindeua

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Motivada por um pronunciamento da vereadora Francy Pereira (PSDB), violência urbana foi um dos temas debatidos na sessão ordinária da Câmara do dia 23 de agosto. Muito emocionada, a parlamentar relatou o assassinato de Aurilene Lemos, esposa do ex-funcionário do Parlamento Andrey Sena, que foi baleada no rosto na noite de terça-feira, na frente da filha de sete anos.
Francy Pereira lamentou o ocorrido e a violência cotidiana que vivemos, e comentou que a educação é a melhor forma de combater o problema. “Meu sonho é que todas as escolas para crianças e adolescentes de três a catorze anos sejam de tempo integral, que tenham lazer, cultura, esporte. Isso custará muito menos aos cofres públicos do que presos na cadeia. Temos que nos unir, como parlamentares, para tomar uma atitude para amenizar isso”, disse.
Alexandre Gomes (PSB), frente à fala da vereadora, sugeriu que o Parlamento retome as discussões realizadas na casa no primeiro semestre, em uma audiência sobre segurança pública presidida por Elias Barreto (DEM). “Sei que a audiência já teve encaminhamentos, mas precisamos pensar não apenas na repressão, mas principalmente nas ações sociais para prevenir essa situação, para quem sabe construir uma sociedade melhor”, comentou.
Elias Barreto pontuou os encaminhamentos da audiência pública, como a construção futura de um batalhão da Polícia Militar em Águas Lindas e o funcionamento 24 horas por dia da seccional do Centro, que já está ocorrendo, e futuramente de mais duas seccionais com o mesmo horário. “Isso tudo é fruto da audiência que tivemos, mas com isso estamos apenas correndo atrás do prejuízo, são as consequências de um problema. Para evitar que chegue nesse ponto, precisamos combater as causas. Concordando com a vereadora Francy, sou um incansável defensor da educação em tempo integral. É preciso tirar as crianças da rua e isso só ocorre quando há compromisso com a educação”, opinou.
Andrey Babalu (PSB) lembrou que os projetos socias são instrumentos importantes para a prevenção à violência. “Esses projetos estão dentro dos bairros, em contato direto com a população. Precisamos chamar atenção do poder público para isso, provocar estado e município para ajudar o terceiro setor”. Com o objetivo de levantar essa discussão, Babalu presidiu, no dia 24 de agosto, uma audiência pública sobre esporte como ferramenta de transformação social.

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Data da Matéria: 30/08/2017 17:42